Vamos a mais um capítulo da viagem à Londres? Gente, sei que estou super enrolada, mas a explicação da vez é que essa foi uma semana nem um pouco fácil. Resumindo, na terça-feira (7), acordei com quase 40ºC de febre e a garganta tão infeccionada que minhas amígdalas pareciam duas bolas de basquete. Resultado? Perdi o Fórum Mundial de Comunicação, na Suiça (e os valores do hotel e passagem também), fui parar no médico e acabei tendo que tomar antibiótico por sete dias, ou seja, nem tomar um vinho pra esquentar eu posso. Contudo, como desgraça pouca é bobagem, no sábado (11), acordei me sentindo melhor, finalmente, e fui dar uma volta na cidade. À noite tinha uma festinha na casa de uma amiga, mas, pra variar, não pude ir. Motivo? Primeiro achei que era uma crise de enxaqueca, mas depois evoluiu para um martelo sem fim na minha cabe, náuseas e vômitos constantes que só começaram a melhorar hoje depois do almoço. No meio disso tudo, como se não bastasse, tinha que terminar dois artigos do mestrado para entregar amanhã.
Mas chega de baixo-astral que é hora de se divertir com a tradicional, moderna, eletrizante, silenciosa, barulhenta...Londres!
É engraçado o quanto alguns pontos caracterizam as cidades ou as vezes se tornam até mais importantes que o próprio local. É o caso do calçadão de Copacabana, por exemplo. Você pode não saber o nome da cidade, mas sabe que tem alguma coisa a ver com sol, praia e pés descalços. Pelo mundo à fora não é diferente, e se ir à Londres sem tirar uma foto do Big Ben é uma afronta a alguns, acho que na verdade passar pela capital inglesa sem conhecer o tumulto da troca de guarda no Palácio de Buckingham é um ultraje ainda maior - vocês concordam?. Como Paris sem Eiffel, Roma sem o Coliseu, Barcelona sem o Parque Güell ou Goiânia sem o Parque Vaca Brava! É algo tão tradicional do lugar, faça chuva ou faça sol os soldadinhos vão marchar as 11 horas e centenas de turistas do mundo inteiro estarão com as câmeras em punho para registrar o desfile.











