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sexta-feira, 13 de abril de 2012

Rotterdam- dia 2: passeio historico, museu estranho e jantar a 200 metros de altura

Novo dia, novas descobertas. Na Europa á sempre assim.

Por falar nisso, a primavera chegoooooou! E quem quiser saber mais, basta ver esse texto fofo que foi publicado no Jornal O Hoje, em Goiânia (nota mental: postá-lo aqui com fotos exclusivas e lindas!). Bom, mas como o assunto da semana e Rotterdam, vamos lá que o ônibus ja ta no ponto para nos levar ate a primeira parada do dia.

E a história ja começa assim: eu amo coisa velha (alguém mais ou só eu sou fascinada por visitar esse tipo de lugar?). Para mim, o roteiro de hoje é o básico de Rotterdam. Caso a viagem seja curta, visitar esses pontos já dará uma ótima recompensa e fotos belíssimas para a coleção. Para isso, nada melhor que se aventurar em um dos únicos bairros históricos totalmente preservados de Rotterdam, Delfshaven. Sim, um dos únicos. É que durante a segunda-guerra a cidade foi quase totalmente destruída, então pouca coisa realmente antiga restou por lá. Apesar de um pouco longe do centro, o passeio vale à pena. Para chegar, basta pegar o bonde no centro da cidade, por €1,50 você pode ir e voltar no prazo de até duas horas. Como o domingo estava lindo e ensolarado, nada melhor que correr para visitar as atrações a céu aberto e expor a cútis à luz do sol, mas a dica é: não vá para Delfshaven durante o final de semana.  Isso porque a vizinhança é cheia de restaurantes, bares, lojas e museus e durante esses dias está tudo fechado (eu não me lembrei desse pequeno detalhe quando embarquei para o passeio, até porque os planos eram almoçar por lá, à beira de um canal qualquer).

Delfshaven é um passeio para quem quer aproveitar para tirar muitas fotos. Casas-barco, cabarés, casas antiquíssimas, restaurantes cheios de charme, bicicletas, canais, pontes e ate um moinho do século 18 compõem o cenário dessa pacata quadra (sim, e so uma quadra preservada, então se você não almoçar por lá, da pra ir e voltar em duas horas e aproveitar o mesmo bilhete do trem).  Olha só o que da para encontrar:



quarta-feira, 4 de abril de 2012

As curvas de Rotterdam

Sim, eu sumi. Mas continuo viva. Saltei de pára-quedas nos estudos da de mestranda e fui sugada  pela turbina, ou seja, quase zero de vida social, ou qualquer atividade de interação humana. Bom, vamos fazer um resumo do último mês: fiz duas viagens: uma para Rotterdam e outra para Leuven e Bruxelas, na Bélgica - esta última por conta de um congresso estressante mas bem interessante que vamos falar em outro post. Em segundo lugar, a primavera finalmente chegou ao continente europeu - apesar de a previsão do tempo para amanhã ser de neve. E também teremos um textinho sobre esse assunto ainda essa semana. Prometo.

Mas vamos ao que interessa e chega de embromação por aqui! A dica de viagem do dia é Rotterdam, no sudoeste da Holanda, a uma hora de trem de Amsterdam e local de um dos maiores portos da Europa. 

À direita, A casa Branca, primeiro prédio holandês em estilo americano; a construção é do século 18. Destaque para a ponte Willemsbrug, com quase 400m de extensão, do mesmo século e renovada em 1981


A cidade basicamente vive em torno dos navios, contêiners e frutos do mar (já está dada a primeira dica do que pedir no cardápio do restaurante). Mesmo quase sendo totalmente destruída durante a segunda-guerra, a cidade mantém boas construções históricas, além de ter uma forte tradição estudantil. Com mais de 600 mil habitantes de 173 nacionalidades, a cidade é com certeza uma poderosa atração turística com destaque para a arquitetura moderna e irreverente, mesclada com prédios antiquíssimos, e que toma parte de boa parte da cidade. 

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Brighton e o charme da década de 60 no litoral inglês


Certo dia, olhando um guia turístico da Inglaterra, me deparei com a imagem do prédio abaixo. Arquitetura cheia de influências orientais, prédio branco-mármore, pier com um parque de diversões enorme adentrando cem metros no mar e clima tipicamente anos 60. Pronto, a justificativa perfeita para mais uma aventura na praia em pleno inverno europeu! Brighton tem hoje uma das maiores comunidades brasileiras na Inglaterra, além de ser um dos grandes destinos GLS do país. É tudo muito movimentado, colorido, festivo, quase como o carnaval brasileiro - e, por sinal, a cidade possui uma forte tradição de desfiles carnavalescos. Mesmo no século 21, a conserva a aura saudosista do chiquérrimo balneário inglês, destino das famílias mais tradicionais e abastadas até a metade do século 20. Há 2 horas de trem ao sul de Londres, a arquitetura renascentista com praças encrustadas de frente para o mar é um espetáculo à parte e já nos deixa com vontade de olhar os classificados de qualquer jornal. Além de um enorme aquário marinho (que atualmente está fechado para reforma), não deixe de visitar as duas principais atrações: o pier e o Royal Pavilion


Royal Pavilion, palácio construído pelo então futuro rei George IV, sede de festas memoráveis e marco da cidade-
balneário

Gente, Brighton é aquela cidade em que você quer tirar foto de cada poste de luz. A atmosfera e as pessoas são super receptivas e o que não falta são restaurantes charmosos a preços bem convidativos de frente para o mar. Além disso, não deixe de passear na parte baixa do calçadão. Há parquinhos para as crianças, pistas para patins, skate, bicicleta, bem como pistas para caminhada e corrida. Vá em direção ao pier e se delicie com restaurantes de frutos-do-mar fresquinhos, além de dezenas de lojinhas com produtos manuais um mais lindo que o outro. 

Local de artesãos, o problema é controlar a carteira para não sair
comprando todos os souveniers. Um mais fofo que o outro!
É o local de artesãos, pintores, escultores, músicos e todos os tipos de artistas locais. Ah, e as lojas são uma fofura, como que esculpidas na parte de baixo da grande avenida beira-mar: são rebuscadas, cheias de detalhes no cimento, um convite à apreciação e ao deleite enquanto se saboreia um café bem quente (ou um sorvete, para quem for corajoso). Saunas em cabines de madeira, para uma pessoa, também estão distribuídas ao longo da orla. Mais anos 60 impossível! À noite, o local não pára e dezenas de bares e boates estão abertos para quem quer diversão até o dia raiar. 

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Onde comprar e comer bem em Dublin

O melhor de Dublin são os Dublinenses, isso é fato. São os mais brasileiros encontrados até então no continente gelado. Só para se ter uma ideia, no trajeto aeroporto-hotel, arrumamos um taxista guia-turístico que além de nos dar várias dicas da cidade, nos contou sua história toda; onde nasceu, como é a vida em Dublin, como é sua família. Além disso, ao chegar ao hotel nos ajudou a descarregar as malas (uma raridade por aqui!) e ainda nos deu as direções para o centro de apoio ao turista mais próximo. Tudo isso com muita simpatia, sorriso e bom-humor! 

Como amante de brechós (alguém mais adora comprar peças únicas por preços bacaninhas? Eu sou louca por brechós, ainda mais pela Europa, em que as roupas não cheiram a naftalina, não estão descosturadas ou rasgadas e ainda é possível encontrar raridades como Channel, YSL, LV. E vou falar, eu enlouqueço muito mais com uma bolsa YSL dos anos 1980 que uma da última coleção!), uma das primeiras coisas, foi saber onde poderia encontrá-los e, a resposta foi automática: Temple Bar. Diferente do que o nome possa sugerir, não é um bar, mas um bairro inteiro com lojas, brechós e ótimos restaurantes. Combinação perfeita para um passeio "mulherzinha", não?! 

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Museu Mundial em Liverpool


Mais uma ótima opção para a gente não gastar nada e se divertir muito pela Europa! E dessa vez o negócio é forte, é o World Museum, em Liverpool, com entrada totalmente gratuita e cinco andares de interatividade, é um programa perfeito para toda a família (atenção papais à procura de programas com os filhos), reunindo desde exposições volantes a peças que retratam a cultura dos cinco continentes (desconsiderando-se a Antártica), passando por um centro de estudos marinhos com fosseis minerais e animais ao alcance das mãos. Fundado em 1853, o destaque são as peças que retratam a cultura ao redor do mundo. Para ter uma ideia de sua popularidade, em 2010 quase 800 mil pessoas passaram por aqui. O interessante é que o prédio do museu não é o original, mas sim, foi construído em 1860 por Willian Brown, banqueiro e político que patrocinou a construção em estilo neoclássico - já que o local original não estava mais suportando a quantidade de visitantes. 

Abre parêntesis para uma reflexão:
(Parece nosso Brasil, onde os políticos estão sempre dispostos a patrocinar as artes e a cultura popular em locais adequados a sua preservação. Que orgulho!)

sábado, 17 de dezembro de 2011

Iê-iê-iê, visita à Liverpool, terra dos Beatles

É gelada e respira Beatles. Tudo gira em torno dos Fab4 em Liverpool, no noroeste da Inglaterra, há apenas 50 minutos de trem de Manchester. Contudo, diferente desta, a cidade de Jhon, Paul, Ringo e George é acolhedora mesmo no inverno. Para começar, a cidade fica logo na pontinha para o mar, o que confere um ar mais receptivo ao local. Não deixe de visitar o Albert docks, há várias lojinhas e museus gratuitos para serem aproveitados. O destaque é o Tate Liverpool e o International Slavery Museum, ambos gratuitos. Caso você dê sorte e o tempo esteja bom e sem muito vento (ah, esse é outro detalhe, venta muito por lá essa época, muito mesmo), aproveite a vista do entardecer com uma volta na roda gigante. A vista para o mar e toda a cidade é perfeita!
No meio do caminho tinham umas docas com uma roda-gigante linda

Albert Docks, vários museus gratuitos e ótimos restaurantes para terminar o dia de caminhada
E é justamente nesse local que ficam duas outras atrações, o The Beatles Story e o The Yellow duckmarine e ambos são, digamos, "interessantes", mas não pelos mesmos motivos. 

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Ali em Manchester (parte 2), Museus, galerias e igrejas

Com todo o contraste, é claro que nem só de estádio de futebol vive Manchester. Para comprovar, basta dar uma volta pelo centro da cidade e ver a profusão de pubs com um bom rock à noite e o tradicional "fish and chips" durante o dia, exposições em galerias, museus e até à céu aberto. Ainda que a assistência ao turista seja precária, com alguma pesquisa é possível encontrar a relação dos principais shows, festivais e peças de teatro nos próximos meses. Neste caso, aposte no Manchester Events Guide e no Visit Manchester, o primeiro é mais voltado para festas e shows, enquanto o outro para atrações turísticas permanentes.  

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Frankfurt tem museu da Mercedes para os aficcionados por velocidade

Vista do teto do museu, com a logomarca da Mercedes

Carros reais pendurados nas paredes, uniformes de campeões de corrida patrocinados pela marca, elevadores que parecem cápsulas espaciais com imagens holográficas da fábrica. Um prédio de oito andares com a logomarca unindo as três partes do museu. Ao lado, a fábrica onde são produzidos alguns dos carros mais desejados e vendidos mundo à fora. Frankfurt, na Alemanha, além de toda influência histórica para a Europa, conta com uma atração que deixa muito turista de boca aberta, se não pelos carros, pela imponência e tecnologia do local: o Museu da Mercedes. 

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Uma tarde no museu

Domingo nublado (como todos os outros dias por aqui), não tem jeito, o que a gente mais quer é ficar quietinha na cama, enrolada em um cobertor assistindo TV. Mas, como por aqui TV é só na sala, o jeito é arrumar algum programa para não ficar mofando no apartamento úmido. E hoje (ontem), novamente, foi uma tarde super cultural. O programa da vez foi visitar a Galeria de Arte da cidade e conferir uma exposição de esculturas do Mario Merz.

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